A Igreja celebrou neste domingo (11/04), a Festa da Misericórdia, que marca o Segundo Domingo da Páscoa do Senhor. Um dia com o intuito de derramar o Amor da Cruz e converter os corações, assim é a festa proposta pelo Papa João Paulo II. Na Diocese de Campos as paróquias promoveram uma programação vasta para comemorar a data desde a realização de lives especiais com música e testemunho, a realização do passeio com Jesus Eucarístico na sede de Hospitais de Campos, que cuidam do tratamento de pessoas com a Covid-19, causada pelo novo coronavírus.
Na Capelania São José, que funciona no Colégio Eucarístico, promoveu uma tarde diferente. Após o momento de oração por meio da rede social, o Pe. Gilson Mota, que é Capelão e diretor do Colégio Eucarístico, ele percorreu com o Santíssimo Sacramento, o Centro de Controle e Combate ao Coronavírus (CCCC), que funciona no Hospital Beneficência Portuguesa de Campos. A visita do Santíssimo emocionou funcionários e pacientes que estavam na unidade e puderam perceber a presença do Santíssimo.
Na tarde da última sexta-feira (09/04), o Pe. Crimário Verdan, da Paróquia Nossa Senhora do Rosário, no bairro IPS, visitou e deu a Bênção do Santíssimo Sacramento, além de realizar a Reflexão do Evangelho e a Oração do Santo Terço da Misericórdia no Hospital da UNIMED, que fica no território da paróquia. “- A oração do Terço da Misericórdia trata-se de um verdadeiro clamor pelo mundo, uma súplica para que as pessoas experimentem o amor de Deus e pedimos por todos os enfermos, pelo médicos enfermeiros, Técnicos de Enfermagens, Atendentes, Segurança e todos envolvidos em prol da vida das pessoas. É a prova da compaixão que Deus teve com toda a humanidade, e hoje tivemos mais uma vez a oportunidade de rezar nesse local onde às pessoas vão em busca da saúde e contam com o cuidado. Gratidão pela Direção da UNIMED pela acolhida! Também, a PASCOM e os MECES que colaboraram nesse momento de oração”, afirmou o Pe. Crimário.
O Papa Francisco durante a missa na Igreja de Santo Espírito, em Sassia, o pontífice enfatizou que não devemos viver uma fé a meias, que recebe mas não dá, que acolhe o dom mas não se faz dom. Se obtivermos misericórdia, devemos ser misericordiosos. “A paz de Jesus suscita a missão. Não é tranquilidade, nem comodidade; é sair de si mesmo. A paz de Jesus liberta dos fechamentos que paralisam, quebra as correntes que mantêm o coração prisioneiro”, disse o Pontífice.
História – Irmã Faustina teve várias experiências místicas que estão escritas em seu diário. A religiosa faleceu em 1938, aos 33 anos. Logo após sua morte, o arcebispo de Varsóvia autorizou o culto à Divina Misericórdia. O diário e os demais escritos de Faustina foram enviados para serem analisados pelo Vaticano. A devoção acabou por popularizar-se em toda a Polônia. No ano de 1978, um decreto do Vaticano reabilitou a devoção à Divina Misericórdia. Irmã Faustina foi beatificada em 1993 e, em 2000, foi canonizada pelo Papa João Paulo II, quando também foi promulgado o decreto que estabelece o segundo domingo de Páscoa como o Domingo da Divina Misericórdia.